Superponte móvel deve ajudar apresentação de baterias na Sapucaí

Os ritmistas e mestres de bateria das escolas de samba que desfilam na Marquês de Sapucaí poderão ter mais tranquilidade para defender o quesito. No segundo recuo de bateria, sem que pessoas que não façam parte daquele momento atrapalhem, haverá uma ponte móvel no local para permitir a passagem entre o lado par e o ímpar, durante os intervalos, sem que haja a necessidade de acesso à avenida.
De acordo com a Liesa, o projeto replica o modelo de sucesso implementado neste ano, no primeiro recuo, quando uma ponte semelhante foi instalada no local. Com um mecanismo tecnológico, o equipamento permanece aberto durante a competição, sem atrapalhar o desempenho da agremiação na Passarela do Samba. Apenas nos intervalos, ela fecha, permitindo o deslocamento entre os setores.
O posicionamento da superponte em nada afetará, por exemplo, o Espaço Candonga, que tradicionalmente já ocupa um pedaço do camarote 9 especial. O mesmo vale para a visão do público, que continuará conseguindo observar os componentes, alegorias e fantasias sem qualquer impedimento, uma vez que a ponte estará aberta durante os desfiles.
A estrutura possui 49,5 metros de comprimento total, com 19 metros de abertura e 2 metros de corredor. Ela levou cerca de 4 meses para ser produzida, com dez profissionais dedicados exclusivamente ao trabalho, e já está posicionada no local. O equipamento conta, também, com dois sistemas de backup, para o caso de problemas no funcionamento no motor.

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