A Prefeitura de Nilópolis e a Defensoria Pública do Estado realizaram atendimento jurídico, de saúde, beleza e cultura no Calçadão da Mirandela, no último dia 1º, em homenagem ao Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, realizado no dia 1º de agosto. A ação abriu as comemorações do mês de aniversário de 78 anos de emancipação do município.
A equipe da Defensoria Pública era coordenada pela defensora pública Mariana Pauzeiro e prestou atendimento jurídico a pedestres, funcionários das lojas e comerciantes das 9h às 13h. As secretarias municipais de Cidadania e Direitos Humanos, Saúde e Turismo, Eventos e Juventude também levaram seus serviços.
“Quero agradecer a presença de todos nesta ação linda pelo Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha e também a parceria com a Prefeitura de Nilópolis. Estamos aqui promovendo ações de políticas públicas”, afirmou a defensora Mariana Pauzeiro, cuja equipe distribuiu ainda lanches para servidores municipais que auxiliavam na organização do evento.
Por sua vez, o secretário municipal de Cidadania, Renato da Van, lembrou que a prefeitura, por meio de várias pastas municipais, estava ali para zelar pela saúde da mulher nilopolitana. “Trabalhamos melhor quando recebemos críticas construtivas, como as da defensora Mariana. O prefeito Abraãozinho, ao lado dos deputados estadual Rafael Nobre e federal Ricardo Abrão, está atento às solicitações”, observou.
Servidores da Saúde realizaram teste de glicose, aferição de pressão arterial, agendamento de exames pre-ventivos, vacinação contra gripe, sarampo e HPV, além de orientações sobre Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Quando necessário, eles fizeram encaminhamento para consultas em postos de saúde ou no Hospital Muni-cipal Juscelino Kubitschek.
As mulheres que passavam pelo local podiam também cortar ou trançar o cabelo ou mesmo fazer maquiagem gratuitamente com oficineiras da Casa da Mulher Nilopolitana. Entre as barracas da Feira Solidária, que vendiam doces e outros produtos fabricados por mulheres da cidade, uma se destacava por vender símbolos da cultura negra, como orixás feitos com a técnica japonesa de crochê amigurumi, que permite a criação de bonecos tridimensionais. As divindades religiosas também eram representadas na tampa de canetas e em chaveiros.
Também estava à venda o livro ‘Atrevimento’, da escritora e professora da rede municipal de ensino, Denise Cruz. A composição trata de como mulheres negras podem subverter e se empoderar daquilo que sonham. Denise Cruz tem outras publicações lançadas e já participou da Bienal do Livro. As senhoras do grupo Flor da Alegria Nilopolitana, que dançam carimbó na Casa da Terceira Idade do Cabral, animaram a atividade.
Estiveram presentes ao evento ainda o secretário de Turismo, Leonardo Monteiro; o subsecretário de Saúde, André Loureiro; o secretário de Governo, Davi Chagas; o coordenador da Ordem Pública, Arnaud Lopes; a coordenadora dos Conselhos, Inez Simpliciano; e a s uperintendente da Diversidade Sexual, Bárbara Sheldon.
Ação social é realizada pela Prefeitura e Defensoria em Nilópolis