Foi confirmado que nove galinhas-d’Angola do BioParque do Rio morreram em decorrência de influenza aviária (gripe aviária). Os exames foram realizados pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), do Ministério da Agricultura e Pecuária, em Campinas, São Paulo. Enquanto os resultados eram esperados, por medida de segurança, todo o parque ficou fechado. Todas as galinhas-d’Angola ficavam na área da Savana Africana, uma das 11 que tem animais. Esse trecho permanecerá interditado “por 14 dias como medida preventiva, conforme protocolos de biossegurança”, diz trecho da nota divulgada pelo BioParque.
O BioParque foi autorizado a retomar a visitação em áreas onde os animais infectados não estavam. A reabertura ocorrerá amanhã, quinta-feira, dia 24. Apenas a Savana Africana seguirá com acesso fechado, até completar 14 dias do protocolo. Em nota, o parque afirma que a retomada será possível “com a adoção de todas as medidas necessárias e autorização dos órgãos competentes, as demais áreas do parque serão reabertas ao público”. A unidade, no entanto, não explicou quais são essas medidas.
Já em nota do governo estadual, conta que “a Secretaria de Estado de Agricultura, em conjunto com o Ministério da Agricultura e os responsáveis técnicos do parque, vem executando ações como o isolamento total da área afetada; monitoramento clínico de todas as aves; vistorias técnicas; rastreamento e controle de entrada e saída de materiais e pessoas”.