A partir de hoje, dia 2, um novo capítulo em seus 207 anos começa. O espaço é reaberto ao público, ainda de forma parcial, com passeio por três salões do Palácio de São Cristóvão, alguns dos quais ainda têm as paredes com marcas do incêndio. Podem ser visitados os seguintes espaços recuperados: o que abriga o meteorito Bendegó, que estava no museu durante as chamas; o local onde ficam a escadaria de mármore e o enorme esqueleto de uma baleia cachalote; e uma sala com esculturas em Carrara recuperadas que será modificada e pintada — a ideia é mostrar a transformação.
Entre as peças museológicas recuperadas e as que farão parte da mostra, o esqueleto de 15,7 metros de comprimento de um cachalote chama atenção. Para que fosse instalado sobre a escada de mármore da entrada do Palácio, um restauro e uma preparação do material biológico precisaram ser feitos. O tempo de duração foi de dois meses. .
Durante o anúncio da reabertura o ministro da Educação afirmou prever a abertura total do palácio entre 2027 e 2028. Ainda é necessário captar R$ 169,6 milhões do valor integral do projeto Museu Nacional Vive, que é de cerca de R$ 500 milhões.